Já há alguns dias que determinada expressão me assombra o pensamento. Não digo assombrar num sentido negativo, como uma maldição que se apodera de nós e não mais nos larga. Tem vindo, simplesmente, a ecoar na minha cabeça, talvez por a ter ouvido demasiadas vezes em distintas circunstâncias, talvez por a ter lido, ou, talvez, por a ter utilizado. Se a razão for esta última, esperemos que utilizado corretamente.
Bem, passando ao que interessa, tenho refletido bastante, demasiado até, sobre a expressão "Inteligência Emocional". Como muitos de vós, tinha uma ideia relativamente a este conceito, contudo, dado o meu pensamento ter sido apoderado pelo mesmo, senti-me no direito de o investigar mais. Sabia que, de uma forma muito global e sucinta, se relacionaria com a capacidade que cada ser humano possui de reconhecer, interpretar, lidar e gerir emoções, quer suas, quer de quem o rodeia. Desta forma, cada um seria capaz de gerir conflitos e tirar as melhores ilações de cada momento vivido, para que os pudesse solucionar da maneira mais eficaz. Tudo isto foi corroborado pela minha pesquisa, havendo muito a acrescentar sobre a grande temática da "Inteligência Emocional". Gostaria, apenas, de focar os cinco pontos (apesar de existirem várias formas de subdividir os principais parâmetros referentes a este tipo de inteligência, consoante diversos autores) que podem caracterizar a existência de "Inteligência Emocional":
1- Capacidade de reconhecer em si mesmo um sentimento quando este ocorre (é algo muito bonito, mas sejamos sinceros, a maioria reconhece os sentimentos que possui em determinada altura da vida, admiti-los é que poucos são capazes de o fazer);
2- Possuir um controlo emocional que permita lidar com os próprios sentimentos adequando-os à situação (a melhor solução, parece-me ser guardá-los numa caixinha e enviá-los na próxima embarcação que passar);
3- Dirigir as emoções para um objetivo (não conta querer acumular sentimentos e querer descarregá-las no pobre coitado que só perguntou se preferia o frango acompanhado com massa ou arroz, nem estrangular a/o amante do seu cônjuge, após os apanhar);
4- Reconhecer emoções noutras pessoas (basicamente, é saber ler nas entrelinhas, cadeira à qual definitivamente não passei quando a mensagem se dirige a mim, todavia sou mestre quando se refere aos outros);
5- Estabelecer relacionamentos interpessoais (para as mentes que restringiram este último ponto, é de esclarecer que engloba TODO o tipo de relacionamentos, incluindo familiares, amizade e de trabalho).
Agora que pude, finalmente, partilhar as duas palavrinhas que ecoaram no meu pensamento nestes dias pretéritos mais recentes, espero que o silêncio não se apodere da minha cabeça e que novas palavras ou expressões surjam para me assombrar.
Bem, passando ao que interessa, tenho refletido bastante, demasiado até, sobre a expressão "Inteligência Emocional". Como muitos de vós, tinha uma ideia relativamente a este conceito, contudo, dado o meu pensamento ter sido apoderado pelo mesmo, senti-me no direito de o investigar mais. Sabia que, de uma forma muito global e sucinta, se relacionaria com a capacidade que cada ser humano possui de reconhecer, interpretar, lidar e gerir emoções, quer suas, quer de quem o rodeia. Desta forma, cada um seria capaz de gerir conflitos e tirar as melhores ilações de cada momento vivido, para que os pudesse solucionar da maneira mais eficaz. Tudo isto foi corroborado pela minha pesquisa, havendo muito a acrescentar sobre a grande temática da "Inteligência Emocional". Gostaria, apenas, de focar os cinco pontos (apesar de existirem várias formas de subdividir os principais parâmetros referentes a este tipo de inteligência, consoante diversos autores) que podem caracterizar a existência de "Inteligência Emocional":
1- Capacidade de reconhecer em si mesmo um sentimento quando este ocorre (é algo muito bonito, mas sejamos sinceros, a maioria reconhece os sentimentos que possui em determinada altura da vida, admiti-los é que poucos são capazes de o fazer);
2- Possuir um controlo emocional que permita lidar com os próprios sentimentos adequando-os à situação (a melhor solução, parece-me ser guardá-los numa caixinha e enviá-los na próxima embarcação que passar);
3- Dirigir as emoções para um objetivo (não conta querer acumular sentimentos e querer descarregá-las no pobre coitado que só perguntou se preferia o frango acompanhado com massa ou arroz, nem estrangular a/o amante do seu cônjuge, após os apanhar);
4- Reconhecer emoções noutras pessoas (basicamente, é saber ler nas entrelinhas, cadeira à qual definitivamente não passei quando a mensagem se dirige a mim, todavia sou mestre quando se refere aos outros);
5- Estabelecer relacionamentos interpessoais (para as mentes que restringiram este último ponto, é de esclarecer que engloba TODO o tipo de relacionamentos, incluindo familiares, amizade e de trabalho).
Agora que pude, finalmente, partilhar as duas palavrinhas que ecoaram no meu pensamento nestes dias pretéritos mais recentes, espero que o silêncio não se apodere da minha cabeça e que novas palavras ou expressões surjam para me assombrar.
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